Libertação: A Historia de um Bruxo e uma guerra. Parte 1

O ano é 2050, muitos anos após a queda de lorde Valdemort, foi criada uma organização que queria dar liberdade aos Bruxos e tirá-los da “clandestinidade” em que viviam, essa organização foi chamada apenas de Libertadores, o seu mestre, também chamado de  Libertador Maior queria apenas que Bruxos e trouxas vivessem em harmonia uns com os outros. Para alguns as metas do LM, como também era chamado o Libertador Maior, eram puras e bondosas, para outros eram apenas fachada para um grande mal que viria, alguns ainda diziam que eles eram apenas servos de Valdemort tramando a sua volta, mais cedo ou mais tarde. Uma grande tolice, posso-lhe dizer-lhes, pois o LM achava Valdemort um fraco e  não apoiava as maldades que ele fez aos Bruxos. O Libertador Maior, movido pelos seus ideais de liberdade, resolve mostrar aos trouxas que os Bruxos existem e deu logo um jeito de contatar o serviço secreto britânico, ele queria um encontro. Mesmo sobre o protesto árduo do ministério da magia, isso não o impediu, ele fez tudo por de baixo dos panos, sem o conhecimento do ministério.
O dia do encontro chegou, era uma sexta-feira, dia 12 de agosto, as 00:00 horas, o encontro foi marcado em uma praça, longe de olhos curiosos. Os Libertadores chegaram lá uma hora antes, queriam ter certeza de que não haveria outros trouxas no local, e exatamente a meia-noite o serviço secreto britânico chega. Vinham em carros pretos, quatro portas, três desses carros vieram, cada um trazia quatro agentes, aparentemente desarmados, o serviço secreto não  estava acreditando muito no que lhe foi dito, por isso esperavam que fosse um trote, mas até mesmo um trote requer atenção especial quando se trata de algo assim, por isso tantos agentes vieram. Os agentes mudaram de idéia ao ver um cão preto que se aproximavam deles, era grande e com um pelo sedoso e não fazia menção de atacar, quando se aproximou deles se transformou aos poucos em um homem, com aproximadamente 1,82m, cabelos longos e
pretos, vestia um manto negro e seu rosto era coberto por uma mascara branca que mantinha nela congelado um rosto sempre sorrindo de uma forma simpática, era o Libertador Maior, ele nunca tirava a mascara fora da sede da ordem, e mesmo lá dentro era difícil que isso acontecesse, para um membro da ordem um dos momentos mais felizes da sua vida era quando eles finalmente viam a face do Libertador Maior.
– Boa noite, distintos cavalheiros. Fico feliz que tenham atendido ao meu chamado- disse o Libertador
Os agentes ficaram paralisados por um momento, mas um deles, o que parecia ser o líder do grupo, tomou a palavra
-Que tipo de brincadeira é essa, isso não são horas de passar trotes em policiais- disse ele.
O LM o olhou bem nós olhos e disse:
-O que eu preciso fazer para você crê que eu sou realmente um Bruxo?
Antes de receber uma resposta o Libertador Maior colocou a mão dentro do seu manto, os agentes colocaram a mão no bolso dos seus ternos, todos ao mesmo tempo, até pareciam que haviam treinado para aquilo. O LM saca a sua varinha, e os agente pistolas .38 que são  apontadas rapidamente em direção ao corpo do Bruxo.
-Vou lhe dar uma demonstração final para que vocês acreditem em nossa existência- disse o Bruxo.
Nesse mesmo estante aponta a sua varinha para um dos carros dos agentes, ele começa a subir e quando chega a uma boa altura ele explode, mas não se ouve barulho. Os agentes ficam pasmos com essa demonstração de tamanho poder, e pensam que esse poder seria mais bem aproveitado em guerras, então resolvem tentar capturar o Libertador Maior. Um dos agentes aproveita a distração do Bruxo para atirar na sua perna, o incapacitando, ele cai no
chão, mas os agentes cometeram um grande erro, aquele Bruxo não estava sozinho, ele tinha amigos. Nesse momento cerca de dez Bruxos saltam de lugar algum e de todos os lugares, eles cercam os agentes e os ataca, o plano “A” havia falhado e o plano “B” tinha que ser posto em pratica, e assim foi feito. Os agentes começaram atirar nós Bruxos e se esconderem atrás dos seus dois outros carros, mas a fúria dos Bruxos era implacável, eles destruíram um dos carros, alguns foram feridos com tiros e morreram, assim como alguns agentes foram estraçalhados por magias, e ficaram irreconhecíveis. Os Bruxos acabaram vencendo a batalha, mas não viram que algo tinha dado errado. Durante a batalha, dois agentes conseguiram fugir e levar o Libertador Maior junto com eles. Um erro fatal cometido pelos trouxas.

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