Libertação: A historia de um Bruxo e uma guerra. Parte 2

Alguns dias depois, na sede do serviço secreto britânico, um homem estava em uma sala, amarrado em uma cadeira, ele tinha cabelos longos e negros, a barba mal feita, olhos azuis e vestia um manto preto, era o Libertador Maior. Estava fraco e debilitado, mas não demonstrava isso, seu orgulho nunca ia deixar que se comportasse como um prisioneiro derrotado. Um homem entra na sala, tinha aproximadamente 1,80m de altura, vestia um terno preto com uma camisa branca e uma gravata, usava óculos escuros e tinha uma pistola .38 a mostra no coldre que estava no seu peito direito, seus cabelos eram grisalhos, mas ele não parecia ser velho. Ele se aproxima do Libertador Maior e o pergunta:
-O que é você?- diz o agente com voz grave e pouco amigável
O LM se recusa a falar, mas o agente não desiste, e resolve adotar um método mais educado, ele não quer ferir o prisioneiro, não ainda.
-Meu nome é agente Smart, Arthur Smart, e o seu?-disse o agente.
-Libertador Mestre- diz o Bruxo, com um pouco de dificuldade e olhando o agente nós olhos, com desprezo.
-Libertador Mestre, hum? Bem, isso já é um avanço, mas o que você é Libertador? O que?
Algum tipo de monstro? Uma mutação genética? Uma arma biológica de outro país?
-Não lhe falarei nada além do meu nome- diz o Libertador.
Smart o olha, com um olhar difícil de descrever, mas todos sabiam o que ele queria dizer:
Smart estava ficando irritado e isso não era coisa boa. Ele bate na mesa com força e grita
-Você não parece saber a situação em que se encontra. Você não está aqui como convidado, mas sim como prisioneiro, nós perdemos oito de nossos homens para os seus amigos- Ele bate novamente na mesa, agora com mais força e gritou ainda mais alto- O que você é?- ele deu uma tapa na cara do Bruxo, a sua sorte é que o Libertador não podia se defender.
-Eu sou um Bruxo, isso eu já lhes falei e provei. Agora me soltem e vamos negociar- O Libertador diz enquanto faz uma pequena careta de dor graças à tapa.
-Nós não negociamos com o que não conhecemos- disse o agente- Não vou perder meu tempo lhe perguntando onde vivem os outros como você, pois sei que não obterei respostas.
Nesse momento ele olha para um espelho que existe na sala e grita:
-Tragam o soro.
No mesmo momento outro agente vestido de preto entra na sala, entrega a Smart uma seringa com um liquido verde e sai.
-Vamos arrancar a verdade de você- diz o agente com um sorriso tão sombrio que apenas um gênio maligno consegue manter no rosto sem parecer um completo idiota.
Ele injeta o soro no Bruxo e apenas espera ele fazer efeito…

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