Entrevista com J.M.Trevisan

Então pessoal, Atmo trouxe para vocês uma entrevista!
Nunca achei que conseguiria entrevistar alguém!

A Parte 1 contém perguntas (chatas) que o Kelvy mandou. A Parte 2 contém minhas perguntas.

Acho que deveria ter feito perguntas mais engraçadas, ja que todo mundo diz que o Trevisan é chato, rabugento, carrancudo e afins…
Mas não conversei com ele pra saber se é verdade ou não.

Se gostarem, comentem!

Parte 1

Como foi o seu primeiro contato com o RPG?
Através de uma loja em São Paulo chamada Forbidden Planet. Meu grupo se conheceu lá e dura até hoje. Eu tinha uns 15 anos na época. Muita gente que acabou se destacando no ramo sugriu dos grupos de jogo daquela época (Rogério Saladino e Marcelo Cassaro inclusos).

Como veio a proposta para trabalhar na Dragão Brasil?
Não houve proposta. Eu fui atrás deles com um fanzine que havia feito junto com o desenhista Greg Tocchinni. Me candidatei e roteirista e o Cassaro topou. Depois publiquei contos, depois resenhas, matéria e acabei me tornando Editor-Assistente. Foi uma progressão natural.

É formado em que?
Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero.

De onde tira inspiração para fazer roteiros e etc?
Qualquer coisa serve de inspiração. Uma matéria de jornal, uma frase, um sonho…

O que motivou os conflitos internos da DB?
Não houve nenhum conflito interno. Houve alguém usurpando nosso trabalho (Marcelo Telles, da RedeRPG) e uma editora sem escrúpulos nos apunhalando pelas costas.

Como é sua rotina de trabalho?
Sou freelancer, e a graça disso é não ter rotina.

Qual seu sistema favorito?
AD&D.

Um personagem de RPG que te marcou?
Skipp, meu primeiro personagem de campanha, um elfo ladino.

A situação do RPG no Brasil está como em seu ponto de vista?
Houve uma seleção natural. Foram-se os incompetentes, depreparados ou oportunistas e ficaram os que são capazes de desempenhar um bom trabalho.

Você se considera uma pessoa realizada?
Ainda não consegui tudo que quero.

Parte 2

Nesse sistema que você mais gosta, quais seus atributos?
Não sei. Sou péssimo com regras.

Como seria a sua vida se fosse careca (se já for, como seria do contrário)?
Mais trabalhosa.

Porque o cenário nacional de RPG anda tão mal das pernas no quesito preço (tudo muito caro)?
Não acho que esteja tudo muito caro. RPG nunca foi barato.

Acha que o Jogo Justo deveria afetar também os livros de RPG de mesa?
Não faria sentido. Não existe imposto sobre livros.

Porque os sistemas Indies são tão diferentes e malucos dos sistemas grandes?
Porque em geral são feitos como diversão, sem um compromisso de dar retorno ou agradar uma legião de fãs e consumidores já estabelecida.

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4 Respostas para “Entrevista com J.M.Trevisan

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