Resenha: RISUS: O RPG qualquer coisa. [repostado]

RISUS RPG, PDF (385KBs), Portugues brasileiro.

RISUS é um jogo diferente, deve ser um desses jogos que o pessoal chama de indie, é um jogo simples, pratico e divertido, que pode ser usado para rolar qualquer tipo de aventura (ou não!!), o sub-titulo é totalmente adequado ao conceito do jogo, um RPG em que se pode jogar realmente qualquer coisa.

RISUS foi feito para quando se está cheio daqueles sistemas cheio de regras e quer algo simples, mas não chato, ou quando se está com os seus amigos e de ultima hora alguém pensa em jogar RPG. A criação de um personagem em RISUS é ridícula de tão simples, não se demora mais que 1 minuto (acho que nem isso tudo) para se ter o herói que você quiser, quer jogar com um cowboy? Astronauta? Mago branco com um cajado? Guerreiro com uma espada gigante? Ninja de vila oculta? Ninja espacial que luta com espadas laser e detona dragões? Aqui você pode.

Todo o jogo roda em torno de clichês, um clichê é uma palavra (ou mais de uma) que define um tipo de habilidade do seu personagem, por exemplo, piloto espacial, cowboy, velocista, mago, guerreiro… Cada clichê serve para fazer certas coisas relacionadas a ele, por exemplo,  se você tem o clichê Cavaleiro ele vai servir para coisas como andar  a cavalo, luta montada, cuidar de cavalos e quaisquer outras coisas  que o Mestre achar que servem para serem feitas com aquele  clichê. O resto das regras gira em tornos dos clichês, e também são  muito simples, basta uma lida rápida nas quatro paginas destinadas  as regras para iniciantes que se pode jogar tranquilamente (talvez  com pequenas consultas periódicas, por que ninguém é perfeito) e  quando já estiver pronto, pode-se passar para as regras avançadas,
que são algumas regras extras que deixam o jogo mais divertido.

Outra coisa que me surpreendeu em RISUS foi o fato dele ser  Risus RPG                  totalmente genérico, sem precisar de nenhuma alteração, é  incrível. Dá pra se jogar com QUALQUER tipo de personagem, desde o mais sombrio detetive sobrenatural até o mais alegre palhaço de circo, passando por um policial, um ninja mutante que
lança lasers pelos olhos, enfim QUALQUER personagem.

Minha conclusão final é: RISUS é um ótimo sistema para aqueles dias chuvosos sem nada para fazer em que ninguém quer esquentar a cabeça com sistemas cheios de regras mirabolantes e de difícil entendimento, embora saiba que o preconceito com jogos que não são feitos por nenhuma editora existe (e muito) no Brasil eu recomendo que vocês baixem o livro (é pequeno, menos de 400kbs) leiam, mesmo que não joguem um dia, mas eu tenho certeza de que a sua visão sobre RPG vai mudar e é para melhor.
Para baixar a versão em português do livro clique AQUI

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Resenha: RISUS o RPG qualquer coisa.

RISUS RPG, PDF (385KBs), Portugues brasileiro.

RISUS é um jogo diferente, deve ser um desses jogos que o pessoal chama de indie (sim, como já perceberam, não sei o que diabos é um jogo indie), é um jogo simples, pratico e divertido, que pode ser usado para rolar qualquer tipo de aventura (ou não!!), o sub-titulo é totalmente adequado ao conceito do jogo, um RPG em que se pode jogar realmente qualquer coisa.

RISUS foi feito para quando se está cheio daqueles sistemas cheio de regras e quer algo simples, mas não chato, ou quando se está com os seus amigos e de ultima hora alguém pensa em jogar RPG. A criação de um personagem em RISUS é ridícula de tão simples, não se demora mais que 1 minuto (acho que nem isso tudo) para se ter o herói que você quiser, quer jogar com um cowboy? Astronauta? Mago branco com um cajado? Guerreiro com uma espada gigante? Ninja de vila oculta? Ninja espacial que luta com espadas laser e detona dragões? Aqui você pode.

Todo o jogo roda em torno de clichês, um clichê é uma palavra (ou mais de uma) que define um tipo de habilidade do seu personagem, por exemplo, piloto espacial, cowboy, velocista, mago, guerreiro… Cada clichê serve para fazer certas coisas relacionadas a ele, por exemplo,  se você tem o clichê Cavaleiro ele vai servir para coisas como andar  a cavalo, luta montada, cuidar de cavalos e quaisquer outras coisas  que o Mestre achar que servem para serem feitas com aquele  clichê. O resto das regras gira em tornos dos clichês, e também são  muito simples, basta uma lida rápida nas quatro paginas destinadas  as regras para iniciantes que se pode jogar tranquilamente (talvez  com pequenas consultas periódicas, por que ninguém é perfeito) e  quando já estiver pronto, pode-se passar para as regras avançadas,
que são algumas regras extras que deixam o jogo mais divertido.

Outra coisa que me surpreendeu em RISUS foi o fato dele ser  Risus RPG                  totalmente genérico, sem precisar de nenhuma alteração, é  incrível. Dá pra se jogar com QUALQUER tipo de personagem, desde o mais sombrio detetive sobrenatural até o mais alegre palhaço de circo, passando por um policial, um ninja mutante que
lança lasers pelos olhos, enfim QUALQUER personagem.

Minha conclusão final é: RISUS é um ótimo sistema para aqueles dias chuvosos sem nada para fazer em que ninguém quer esquentar a cabeça com sistemas cheios de regras mirabolantes e de difícil entendimento, embora saiba que o preconceito com jogos que não são feitos por nenhuma editora existe (e muito) no Brasil eu recomendo que vocês baixem o livro (é pequeno, menos de 400kbs) leiam, mesmo que não joguem um dia, mas eu tenho certeza de que a sua visão sobre RPG vai mudar e é para melhor.
Para baixar a versão em português do livro clique AQUI

Resenha: RISUS o RPG qualquer coisa.
RISUS é um jogo diferente, deve ser um desses jogos que o pessoal chama de indie (sim, como
já perceberam, não sei o que diabos é um jogo indie), é um jogo simples, pratico e divertido,
que pode ser usado para rolar qualquer tipo de aventura (ou não!!), o sub-titulo é totalmente
adequado ao conceito do jogo, um RPG em que se pode jogar realmente qualquer coisa.
RISUS foi feito para quando se está cheio daqueles sistemas cheio de regras e quer algo
simples, mas não chato, ou quando se está com os seus amigos e de ultima hora alguém pensa
em jogar RPG. A criação de um personagem em RISUS é ridícula de tão simples, não se demora
mais que 1 minuto (acho que nem isso tudo) para se ter o herói que você quiser, quer jogar
com um cowboy? Astronauta? Mago branco com um cajado? Guerreiro com uma espada
gigante? Ninja de vila oculta? Ninja espacial que luta com espadas laser e detona dragões?
Aqui você pode.
Todo o jogo roda em torno de clichês, um clichê é uma palavra (ou mais de uma) que define
um tipo de habilidade do seu personagem, por exemplo, piloto espacial, cowboy, velocista,
mago, guerreiro… Cada clichê serve para fazer certas coisas relacionadas a ele, por exemplo,
se você tem o clichê Cavaleiro ele vai servir para coisas como andar
a cavalo, luta montada, cuidar de cavalos e quaisquer outras coisas
que o Mestre achar que servem para serem feitas com aquele
clichê. O resto das regras gira em tornos dos clichês, e também são
muito simples, basta uma lida rápida nas quatro paginas destinadas
as regras para iniciantes que se pode jogar tranquilamente (talvez
com pequenas consultas periódicas, por que ninguém é perfeito) e
quando já estiver pronto, pode-se passar para as regras avançadas,
que são algumas regras extras que deixam o jogo mais divertido.
Outra coisa que me surpreendeu em RISUS foi o fato dele ser
totalmente genérico, sem precisar de nenhuma alteração, é
Risus RPG
incrível. Dá pra se jogar com QUALQUER tipo de personagem,
S. Jonh Ross
desde o mais sombrio detetive sobrenatural até o mais alegre
Arquivo PDF (385kbs)
palhaço de circo, passando por um policial, um ninja mutante que
7 paginas
lança lasers pelos olhos, enfim QUALQUER personagem.
Português Brasileiro
Minha conclusão final é: RISUS é um ótimo sistema para aqueles dias chuvosos sem nada para
fazer em que ninguém quer esquentar a cabeça com sistemas cheios de regras mirabolantes e
de difícil entendimento, embora saiba que o preconceito com jogos que não são feitos por
nenhuma editora existe (e muito) no Brasil eu recomendo que vocês baixem o livro (é
pequeno, menos de 400kbs) leiam, mesmo que não joguem um dia, mas eu tenho certeza de
que a sua visão sobre RPG vai mudar e é para melhor.
Para baixar a versão em português do livro clique AQUI
Para baixar a versão em inglês (nem sei por que estou colocando isso, que brasileiro prefere ler
inglês ao invés de português?) clique AQUI

Azrael: Um novo mundo para os Defensores+Pequena resenha

Bom dia meus caros leitores do blog MundoRPG. Como vocês já devem saber, a promoção “Seu mundo no MundoRPG” foi cancelada por falta de participantes, mas um dos dois participantes que enviaram seus mundo de campanha para nos resolveu deixar que agente publicasse aqui o seu mundo, mesmo ele sem ganhar prêmios nem nada (valeu Raul_Gash), esse mundo se chama Azrael:

Aqui estão os links para downloads

Azrael.PDF

Azrael.DOC

A Pequena Resenha: Azrael é um mundo de fantasia medieval, assim como tantos outros existentes por ai, é um mundo simples e de facil controle por parte do Mestre, apenas três reinos (que são chamados de Núcleos), alguns personagens icônicos e pronto, mas esse talvez seja um grande problema, ele focou em parte as regras e esqueceu da historia do mundo, chega a ser difícil saber algo sobre Azrael, pode chegar a se pensar que é apenas uma ilha grande solta no meio do mar que apareceu ali do nado e virou um continente, e isso pode não ser legal. Se ele trabalhar mais essa parte o mundo pode ficar muito melhor. O livro traz regras para nativos de cada Núcleo, o que imita as regras para nativos de reinos em Tormenta 3D&T, uma coisa que eu achei muito boa, também traz a historia de cada personagem icônico (três na verdade), mas se eles viessem acompanhados de fichas seria melhor ainda.

Bem minha conclusão final é: Azrael é um ótimo mundo que precisa ser trabalhado um pouco mais para que atraia mais fãs, o Raul_Gash fez um grande trabalho,  uma ótima ideia que pode vim sim a conquistar vários fãs, mas como já disse repetidas vezes nesse artigo ele devia trabalhar mais nele.

O download vale a pena para que vocês mesmo tirem suas conclusões, afinal de contas, minha opinião não é única e absoluta.

Agradecimentos especiais ao Raul_Gash.

CthulhuTech

CthulhuTech

Então pessoal!
Esse livro é bem diferente, já que ele usa o Storytelling como sistema (que eu acho ser um update pro Storyteller) e foge completamente do meu setor de atuação.
Porém, o cenário é uma coisa muito bem explorada, que é a junção dos mythos de Cthulhu (aquele bicho medonho preso num lugar bem longe daqui que anseia a oportunidade de detonar com todos nós) com a ficção científica amplamente explorada em Evangelion (robôs gigantes que, na verdade, são clones gigantes da menina de cabelo azul, que por sua vez, é clone da mãe daquele pivete chato que num come ninguém XP).
A cronologia segue um padrão preciso e interessante, que explica desde o surgimento de tecnologias mais avançadas até a invasão dos Mi-Gou (favor não confundir com Miguxos), que são seres antigos, quase tão antigos quanto a galáxia. Acho.
Se você não gosta deste tipo de cenário com toda a certeza vai se maravilhar com a arte do livro, que é uma coisa de outro mundo (tendeu a piadinha?)!
As cores (não se confunda com essas cores) são poucas e fortes, o que deixa o clima mais maduro. Toda a humanidade teve que se readaptar com as descobertas do mundo oculto, que inclui os aliens e os feitiços (o chato é que não tem nenhum feitiço de dano direto, nem um voodo).
O leitor com certeza ficará confuso se ele se apoiar apenas nos fatos descritos no rulebook. Mas se a curiosidade for maior, ele poderá desvendar alguns dos vários mistérios lendo o suplemento Damnation View, que conta o começo desse cenário.
Não vou dar spoiler sobre o conteúdo do Damnation View. Se for um Narrador, tudo bem. Mas se for um jogador, aviso logo que vai ficar boiando. Ou não.

Enfim, um ótimo cenário, com uma arte incrível e história de quebrar cabeças.